Coberturas
As coberturas são geralmente em alumínio, incluindo alumínio com corte térmico, podendo também ser em PVC. A estrutura de suporte adapta-se a todo o tipo de construções, quer sejam inseridas de raiz em novos projetos, quer utilizadas para fechar espaços abertos em construções existentes.
Pela sua capacidade de cobrir grandes áreas, as coberturas são uma solução prática e económica para transformar varandas, terraços, jardins, pátios e logradouros em divisões protegidas do clima — aproveitáveis durante todo o ano.
Materiais de cobertura
Trabalhamos com várias soluções de enchimento, escolhidas em função do orçamento, da estética e da exigência térmica:
- Vidro temperado — máxima transparência, resistente ao choque, indicado em zonas técnicas e estruturas modernas;
- Vidro laminado de segurança — duas folhas coladas com película PVB, obrigatório por norma em coberturas sobre passagens habitadas. Estilhaços ficam presos à película em caso de quebra;
- Chapa isotérmica — sandwich de chapa metálica + poliuretano + chapa, 40 a 80 mm; excelente isolamento térmico (~0,022 W/m·K), boa atenuação acústica da chuva;
- Placas de policarbonato alveolar — leves, económicas, deixam passar luz difusa, com alguma resistência ao impacto;
- Chapa simples em alumínio ou PVC — para telheiros, anexos, garagens e zonas técnicas.
Onde instalamos coberturas
Os usos mais frequentes são:
- Cobertura de varandas em último piso, para fechar marquises ou jardins de Inverno;
- Cobertura de pátios e logradouros em moradias, ganhando uma sala de estar exterior protegida;
- Telheiros para estacionamento de viaturas (carports);
- Coberturas para esplanadas de restaurantes e cafés;
- Coberturas em armazéns, oficinas e edifícios comerciais;
- Coberturas em prédios para proteção do último piso ou do terraço comum.
Escoamento e estanquicidade
Toda a cobertura é projetada com inclinação mínima de 5% para escoamento da água, com caleiras integradas e tubos de queda dimensionados para a precipitação típica da Grande Lisboa. As junções com a parede ou empena vizinha são seladas com remates em alumínio e mástique de silicone neutro, garantindo estanquicidade duradoura.
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Perguntas frequentes sobre coberturas
Depende do que se procura. Para máxima luz natural, vidro temperado ou laminado é a melhor opção, embora seja a mais cara e exija estrutura mais robusta. Para isolamento térmico forte com bom custo-benefício, chapa isotérmica (sandwich de chapa+poliuretano+chapa) é a escolha mais comum em Portugal — boa contra o calor do Verão e o frio do Inverno. Para coberturas leves e económicas que deixam passar alguma luz difusa, placas de policarbonato alveolar funcionam bem. Em telheiros, varandas e zonas técnicas, o alumínio ou PVC em chapa simples chega.
Quase sempre, sim. Cobrir um terraço, pátio ou logradouro pode ser considerado obra com impacte urbanístico, exigindo comunicação prévia ou licença, conforme o município. Em prédios é também necessária autorização do condomínio. Avaliamos com cada cliente o procedimento aplicável antes de avançar com a obra.
O vidro temperado passa por tratamento térmico que o torna cerca de 5 vezes mais resistente ao choque do que o vidro normal. Se partir, estilhaça-se em pequenos fragmentos pouco cortantes. O vidro laminado tem duas (ou mais) folhas coladas com uma película plástica (PVB) — se partir, os estilhaços ficam agarrados à película. Em coberturas, o laminado é tipicamente obrigatório por segurança, porque um vidro temperado partido por cima da cabeça pode ferir; o laminado mantém-se no lugar. Usamos vidro laminado de segurança nas coberturas envidraçadas.
Excelente. A chapa sandwich em poliuretano (40 a 80 mm de espessura típicos) tem coeficiente de condutibilidade térmica baixíssimo (0,022 W/m·K). No Verão lisboeta, reduz substancialmente a temperatura debaixo da cobertura face a uma chapa simples. No Inverno, mantém o calor interior. Disponível em várias cores e perfis (ondulada, trapezoidal, micro-onda) e com bom isolamento acústico ao ruído da chuva.
Ambas. Coberturas inclinadas escoam melhor a água e são preferíveis sempre que possível (mínimo 5% de inclinação). Em terraços onde se quer manter o aspecto plano, executamos coberturas com inclinação técnica disfarçada e caleiras laterais embutidas. Para varandas envidraçadas, podemos fazer cobertura horizontal com vidro inclinado para drenagem da água da chuva.